segunda-feira, 29 de julho de 2013

Corinthians 0 x 0 SPFW: hora da corneta soar alto!

O adversário de ontem subiu a campo como um coelhinho assustado: recheado de volantes, fechadinho, ciente de sua gigantesca limitação técnica e com o claro objetivo de não tomar um saco de gols.
Psicologicamente abalados por uma crise que quase chega a dar pena, a bicharada, que vinha de nada menos que 8 (oito!) derrotas consecutivas, já tinha o destino praticamente selado: a emblemática marca de 10 reveses seria atingida através de duas acachapantes goleadas - a serem aplicadas, primeiro, pelos atuais campeões mundiais e, em seguida, pelos futuros.
Espero que, ao menos, o Bayern não decepcione e cumpra sua parte - pois o Corinthians do Seu Adenor , ontem, parecia mesmo era louco para pôr um ponto final na crise das bonecas.

O que pretende esse time no Brasileirão 2013, afinal? Vaga na libertadores do ano que vem, o grande objetivo dos medíocres?? Pois, neste caso, alguém precisa avisar aos profissionais do Depto. de Futebol que até para pensar pequeno esse time precisa melhorar. E muito, diga-se (porque, com essa bolinha aí que estamos jogando, será do meio da tabela para baixo, e olhe lá!).

E (ok: perdi de vez a paciência, reconheço), com esse elenco que temos, diria que 90% dos "méritos" podem ser atribuídos, sim, ao Sr. Adenor Bacchi - um homem que vive falando em e-qui-lí-brio, mas que, a fim de se manter detentor da melhor defesa do Brasil, não hesita em sacrificar completamente o sistema ofensivo de sua equipe.

Ademais, convenhamos: um técnico que, mesmo tendo a sua disposição jogadores como Danilo, Douglas, Renato Augusto, Romarinho, Emerson, Guerrero e Alexandre Pato, consegue a proeza de apresentar o pior ataque da competição merece, no mínimo, ser questionado!

Por exemplo: por que diabos Tite insiste em manter no banco o melhor jogador corinthiano da temporada, Renato Augusto? 
E Alexandre Pato, vice artilheiro do Timão em 2013, por que segue na reserva? Aliás, o que justifica esse vexatório processo de fritura a que Tite vem submetendo o camisa 7??

Cadê a tão aclamada me-ri-to-cra-ci-a que, justa ou injustamente, acabou se tornando a marca  - ou o marketing? - deste treinador?

Não é de hoje que Tite, aparentemente, vem se perdendo. Enquanto isso, um dos Brasileirões mais fáceis dos últimos anos vai escorrendo pelo ralo.

* * * * *

Ralf, que ontem fez partida monstruosa, deveria receber bicho dobrado.

Não quero ser monotemático, mas há tempos que Fábio Santos se cria quase que exclusivamente na aba de nosso camisa 5. A cena se repete inúmeras vezes por partida, preste atenção: o Sr. Bola nas Costas sobe, desperdiça a jogada, cede o contra-ataque e não tem pernas para acompanhá-lo de volta; de longe, só o que lhe resta é rezar para que o Rei dos Desarmes livre sua cara novamente.
E Ralf não decepciona. Nunca.

sábado, 27 de julho de 2013

Que tenha início o Brasileirão 2013

Enfim, chegou a última da série de três partidas em menos de um mês contra as freguesas. Amanhã, iremos a campo com Petr Cássio, Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Romarinho, Danilo e Emerson Sheik; Paolo Siempre Peligroso Guerrero.
Porém, mais interessante ainda será o banco de reservas, recheado de jogadores inexpressivos, tais como Chicão, Alessandro, Renato Augusto, Douglas e Alexandre Pato. Chora, abutraiada: esse é o Corinthians, hoje em dia.

Claro que nem tudo são flores. Durante a semana, por exemplo,  para felicidade geral da nação, o garoto Igor até chegou a ser anunciado na vaga de Fábio Santos, supostamente contundido. Porém, como alegria de pobre dura pouco, a tal contusão não passou de alarme falso: vamos com o Sr. Bola nas Costas, mesmo (e eu me pergunto até quando, meu Deus?!).

Além da mudança na lateral-esquerda, eu ainda preferiria ver Chicão, Renato Augusto e Alexandre Pato nos lugares de Paulo André, Romarinho e Emerson, respectivamente. Mas o fato é que Seu Adenor é quem manda e ele não pensa assim, ponto. 
Durante 90 minutos, apoio irrestrito aos 11 eleitos por ele, portanto.

Ademais, essa mesma escalação, há exatos 10 dias, fez de gato e sapato o time das madames - que, por sinal, vem dando pinta de campeão... da série B 2014.

Portanto, que o Timão, amanhã, suba ao gramado do Paulo Machado de Carvalho com a mesma seriedade e espírito de decisão com que disputamos a final da Recopa. Jogai por nós - porque é clássico, porque o Pacaembu estará lotado, porque é preciso subir na tabela, porque queremos o 6º título brasileiro e, claro, também para bater mais um prego na tampa do caixão da bicharada.

Good vibrations!

E aí: será que vem outra dessas?

VAI CORINTHIANS!!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Atlético-PR 1 x 1 Corinthians: Fábio Santos = bola nas costas... sempre!

Tá certo que, considerando as lamentáveis condições daquele pântano no qual disputamos a partida de ontem, fica quase impossível avaliar o desempenho - quer individual, quer coletivo - da equipe. Até o campinho do bairro onde cresci, na região da Capela do Socorro, tem uma drenagem (SIC) mais eficiente que aquele chiqueiro.

Como também é fato, convenhamos, que o gol dos hômi saiu justamente naqueles cinco minutos iniciais durante os quais, se bem me lembro, o gramado (SIC) ainda apresentava alguma condição de jogo. De modo que não haverá perdão para o perseguido deste blog: porra, Fábio Santos, outra bola nas costas? De novo, véio?? Igor como titular IMEDIATAMENTE, pelamordeDeus!!

Quanto aos demais, as condições de trabalho apresentadas ontem, como já dissemos, se não os absolvem totalmente, ao menos não nos permitem condená-los. O empate fora com um time de 4º escalão, dadas as circunstâncias, acabou se mostrando, sim, bom resultado.

E ainda teve o bônus de nos brindar com Pato marcando mais um - média excepcional para um "reserva", aliás. Marcando e, novamente, saindo com dores na coxa. E o pior: novamente, não tendo lesão alguma detectada.
Não é de hoje que desconfio de que o caso desse garoto esteja mais para a psicoterapia que para a ortopedia...

Renato Augusto, por sua vez, demonstrou a eficiência e a categoria costumeiras. A propósito, como é possível que ninguém tenha descoberto esse rapaz antes? Ele não desenvolvia esse futebol todo nos tempos de Flamengo e, nas Orópa, que eu saiba, não teve um desempenho dos mais brilhantes... 
Méritos totais para Edu Gaspar, será?!?

Enfim, se, por um lado, a partida de ontem não chegou a ser um completo desastre, por outro, também não serviu para nos tirar da incômoda zona da água de salsicha da tabela - localizada entre a antiga zona de classificação para a Sul-Americana e a tão temida zona do rebaixamento. 

Mesmo assim, tudo sob controle. Afinal, adivinha quem é nosso próximo adversário...


Bicharada: garantia de três pontos conquistados!

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Tá certo que segunda-feira não é dia para se beber... mas, se você aceita um conselho, amigo, levante-se, vá até a geladeira e abra uma latinha de cerveja. Na boa, eu espero.

Feito? Ok: agora, acomode-se confortavelmente na cadeira e relaxe.

Divirta-se!

Hahaha!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Nem pro cheiro...



Na boa? Não teve nem graça. Sério mesmo. Afinal, excetuando aquela defesassa de Petr Cássio ao 21 do segundo tempo, não me recordo de nenhum outro lance da bicharada que nos fizesse, ao menos, prender a respiração ou roer uma unha.

Durante 90 minutos, o SPFW foi totalmente refém da marcação corinthiana. Parecia até que o Timão é que precisava construir o placar...

Danilo monstro, jogando tudo e mais um pouco, ditando o ritmo do jogo. Romarinho endiabrado, infernizando a zaga tricolete. Sheik forgado como nunca, descadeirando os cabras. Ralf intransponível, senhor absoluto do meio-campo. Sheriff Gil mantendo a ordem e os bons costumes em seu perímetro. Edenílson fazendo, talvez, sua melhor partida como lateral. Guerrero... porra, o que jogou o Guerrero ontem à noite?!

E, do banco, ainda assistiam ao massacre Chicão (!), Renato Augusto (!!) e Alexandre Pato (!!!). Só isso, só.

Enfim, agradeçam aos céus por não terem saído do Pacaembu com uma sonora e retumbante goleada nas costas, freguesas! Ou melhor: aos céus, não; agradeçam ao juizão, mesmo - que, aparentemente, voltou para o segundo tempo devidamente orientado a evitá-la.

AQUI É CORINTHIANS!

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Ontem, um bróder meu, torcedor comum, foi emboscado pela bicharada organizada na Av. Dr. Arnaldo. Juntamente com outros torcedores corinthianos (todos, assim como ele, sem nenhuma vinculação com as TO's),  foi obrigado a se refugiar no Cemitério do Araçá, sob intensa chuva de pedras e pedaços de madeira.

Acabou precisando de um táxi para percorrer, em segurança, os 850m que o separavam do estádio...

Até quando aceitaremos conviver com isso?

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Será que, agora, 2013 finalmente começa?

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Façam suas orações

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Nisso sou obrigado a concordar com a bicharada: esse cara é "a síntese do espírito tricolor"

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Corinthians 0 x 1 Reservas do Galo: mais um Brasileiro indo pro saco...

Ok: sem catastrofismo. Mas acontece que perguntar ainda não ofende - então, lá vai: e se, por acaso, o ciclo do Seu Adenor no Timão realmente estiver chegando ao fim?

Porra, já estamos no meio de julho e o cara ainda não conseguiu dar forma nesse time, meu Deus?! E olhem que, como bem disse o Pedro Prado, aqui nesse espaço, "o Tite tem elenco para brincar"...

Tá certo, ontem ele teve de se virar para armar o time sem Danilo, Douglas e Renato Augusto - o que, convenhamos, não é pouco. Porém, mesmo que partíssemos do princípio de que este é um argumento aceitável, como lidaríamos, neste caso, com o fato do Cuca ter mandado a campo quase que todo o banco de suplentes do Atlético?

Parêntese: se Cuca tivesse 1/5 da auto-estima (ou falta de noção?) ostentada por Tite, faria estrago. O que pesa nele, e isso também não é pouco, é o fato de - tal como Charlie Brown, de Schulz - trazer sempre a insígnia da derrota sobre os ombros. Não fosse por isso... Fecha parêntese.

Ademais, não é apenas por ontem que estamos cornetando o Adenor, mas pelo conjunto da obra. O Timão, reconheçamos, não convence em 2013.

Mas, quarta-feira, ganharemos o super-hiper-mega título da Recopa e, com isso, Tite voltará a ser gênio. O cara pegou a malandragem... será difícil tirá-lo do posto, agora.

* * * * *

Desculpem-me, mas, para quem viu no estádio, Pato foi, sim, irritante. E muito.

domingo, 14 de julho de 2013

Para depenar o Galo

Escrete escalado: iremos de Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Guilherme; Ibson, Romarinho e Alexandre Pato; Paolo Guerrero. 

No banco, a novidade fica por conta da presença do recém-contratado Jocinei.

Em que pese a estranha - porém, quase inevitável - solução encontrada por Tite, que optou por centralizar Romarinho na armação, acredito que assistiremos a uma bela vitória corinthiana, logo mais, no Pacaembu. Afinal, classificado para a decisão da Cucaracha, o adversário virá completamente desfigurado nos enfrentar - iniciando a partida, muito provavelmente, com apenas um jogador considerado titular.

É jogo para vencer com autoridade e embalar de vez no campeonato.

VAI CORINTHIANS!

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Nos últimos dias, inconformados com o vergonhoso episódio do apagão no Estádio Independência, não foram poucos os corinthianos que passaram, de antemão, a desvalorizar um possível título do Atlético Mineiro na Copa Libertadores. 

Parêntese: digo possível, vejam bem, e não provável, porque: 1- não podemos nos esquecer de que o bom time do Galo é comandado pelo maior loser da história do futebol brasileiro e; 2- o adversário do clube mineiro parece entender do riscado nesse torneio varzeano: nada menos que 3 títulos em seis finais disputadas. Fecha parêntese.

Mas será mesmo que convém apontarmos para os adversários as mesmas armas de que a canalhagem anti-corinthiana se utiliza na tentativa de nos atingir? Precisamos disso, será? 
A propósito, lembro-me de que corei de vergonha quando, na primeira partida após o título da Cucaracha, ano passado, ouvi parte considerável do Pacaembu cantando que "Libertadores, o Botafogo nunca viu"...

Ok: fôssemos nós os promotores da "queda do disjuntor", ou de manobras de bastidores como essa que, tudo indica, levará a final da Cucaracha 2013 para um estádio cuja capacidade está muito aquém da exigida em regulamento, a reação da abutraiada atingiria 9,7 graus na escala Richter. Tenho certeza disso.

Como tenho certeza, também, de que realmente estamos - como, costumeiramente, proclamamos - acima de tudo e de todos. Cabe-nos matar situações como essa no peito, portanto. 

A não ser que ocorra alguma Amarillada muito escandalosa na final, caso nosso adversário de hoje à tarde venha a se tornar campeão continental, será merecedor de todo o meu respeito.

* * * * *

Após longa novela, finalmente fechamos com o zagueiro Cléber, da Ponte Preta. Por R$ 6 milhões, Corinthians e Grupo DIS adquiriram 80% dos direitos econômicos do atleta - sendo que, destes, apenas 20% pertencerão ao Timão, ficando o restante com o grupo de investidores.

Enquanto isso, a Roma acaba de vender o futuro capitão da seleção brasileira na Copa de 2018 por nada menos que R$ 104 milhões, desembolsados pelo Paris Saint-Germain. Cada vez que penso na obscura negociação que selou a saída de Marquinhos do Corinthians, quase que deixo escapar uma lágrima.

Em meio a tantos inegáveis avanços ocorridos no Parque São Jorge de 2007 para cá, fica, destes episódios, a triste constatação de que certas coisas não mudam nunca.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Bahia 0 x 2 camisas azuis: sai, zica!

Demorou um tempo até que eu ajustasse a visão. Sim: o Corinthians, diziam, estava em campo.

Sei que, hoje, a parcela da torcida para a qual o Timão se resume a um CNPJ não é pequena; mas acontece que esta sempre foi uma das bandeiras deste blog (como se ele fosse muito tradicional, aliás...), de modo que não me posso furtar a este rápido comentário, travestido de dúvida: que PORRA de uniforme é esse?!? Alguém pode me explicar, afinal??

A propósito, arrependo-me amargamente de, anos atrás - ressentido pela miséria do rebaixamento, umbuído de um confuso sentimento de unidade, de cega solidariedade, imposto pela desonra recente - haver comprado duas camisas ditas "alternativas" do Coringão: a lilás (bonita, reconheço, mas especialmente malígna, porque anunciadora do inferno que estaria por vir), e a seguinte, a la Inter de Milão - esta, sim, roxa, porém feinha que dói. 
Arrependo-me porque não convém, em hipótese alguma, estimular essa prática.

Corinthians em campo é algo que precisa atender a certos requisitos. "Raça acima de tudo", por exemplo, é um deles. O fardamento alvinegro, não há dúvidas, é outro. Os homens que entram em campo pelo Timão o fazem justamente em defesa de nossa história, tão dignamente representada em nossas cores e nosso escudo. Como pisar o gramado vestindo algo que não o branco e o preto, neste caso?

Sem falar que azul é a cor da Casa de Savóia, né?! Na boa: totalmente inaceitável! 

Contudo, mesmo descontada a inconformidade por haverem lançado a nódoa da ignomínia sobre nosso sacrossanto manto (hahaha!), resta, ainda, uma pergunta: qual a eficácia, sob o ponto de vista estritamente mercadológico, de se associar, tão fortemente, uma logomarca a um episódio do qual ela saiu derrotada por 2 a 0?

Fica a dúvida...

Sobre o jogo, em si, novidade quase alguma: o Corinthians demonstrou a costumeira sonolência, não jogou bem, mas, amparado no fato de ser, hoje, o elenco mais qualificado do Brasil, venceu por 2 a 0. Trouxemos para casa os três pontos e isso é o que importa.

Ademais, Pato desencantou novamente e espantou a zica recente. No primeiro gol, após ótimo lançamento de Guilherme (que, devagar, vai se sentindo cada vez mais a vontade), demonstrou uma categoria absurda para matar no peito e marcar como um autêntico camisa 9. No segundo, aproveitou a barbeiragem da zaga e bateu de forma instintiva, com violência, como faz um exímio finalizador.

O rapaz é diferenciado, isso é fato. Resta, apenas, a torcida para que engate uma seqüência de boas partidas e, finalmente, abandone de vez o status de eterna promessa - com o qual, infelizmente, parece já ter se conformado. O futebol brasileiro não precisa de mais um Dodô.

Enfim, o fato é que subimos mais um tanto na tabela. Que venha o Galo, agora. Estarei lá, no Paca véio de guerra...

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De que adianta ter o melhor CT, o (futuro) estádio mais moderno, ônibus com sistema de cromoterapia e o caralho a quatro quando se peca justamente no mais prosaico?

Afinal, que falta que faz uma boa benzedeira, hein, Renato Augusto??


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E eis que, com a contusão de Renato Augusto, ficamos apenas com Ibson para, improvisado, organizar as jogadas ao longo das próximas semanas. Ou melhor: não - pois o retorno de Alessandro aos gramados liberará Edenilson como mais uma opção para o Seu Adenor compor o meio-campo.

Sai zica!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Há 12 meses...


Chupa essa manga, playboyzinho de m....!

SPFW 1 x 2 Corinthians: algumas observações sobre a partida, outras tantas idéias fixas que tenho e uma dúvida

  • Precisamos urgentemente de um lateral direito para aposentar Alessandro. Não que eu esteja de todo insatisfeito com o desempenho de  Edenilson no setor, pelo contrário. O que pega é que ele é bom demais para ser desperdiçado numa adaptação forçada: temos em Edenilson - muito mais que em Guilherme ou Ibson - o substituto natural de Paulinho.

  • Falando em lateral, até quando iremos de Fábio Santos, meu Deus?! Não: o lançamento que culminou no gol de Renato Augusto e a bola que ele salvou em cima da linha não o redimem da péssima partida que ele realizou ontem.

  • Sei que o assunto não é simples, visto que o garoto já está há mais de ano aguardando pela saída de Paulinho; porém, para mim, Guilherme deveria mesmo é ser preparado para, um dia, herdar a camisa 5 de Ralf - função que ele, sem dúvida, desempenharia com muito menos pegada, porém  imprimindo ótima qualidade no passe.

  • Renato Augusto é titular indiscutível do Timão e, não fossem as lesões, seria da Seleção Brasileira também. Ibson tem a ingrata tarefa de brigar por posição com ele ou com Edenilson - que, como já disse, é o segundo-volante ideal para este time.

  • Gil joga demais!

  • Enquanto Danilo tiver pernas, o time deve ser ele mais 10. Ontem, até que fosse removido da partida (à propósito, bateram bagarái, hein, bicharada?!), o tiozão esbanjou a costumeira categoria. Inclusive, consertou umas 2 ou 3 cagadas do - cada vez mais, apenas esforçado - Emerson Sheik.

  • Sheik é banco, ponto. Isto posto, e considerando que a formação ideal conta com dois meias, resta a dúvida: Pato briga por posição com Romarinho - um dos melhores em campo ontem - ou com o siempre peligroso Paolo Guerrero?

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Japão pré-Zico...

Vem cá: fui só eu que achei absurdamente bizarro o posicionamento da zaga espanhola no segundo gol brasileiro? Há quanto tempo vocês não viam, numa equipe de alto nível, seis caboclo marcando a bola??