segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Deprimente


Observe bem esta imagem e, por favor, responda (que não, de preferência): sério mesmo que é sob o comando dele que daremos seqüência na temporada?

O cara é hoje, para mim, a face da derrota... Meu Deus!...

domingo, 29 de setembro de 2013

Portuguesa 4 (quatro!) x 0 Corinthians: há males que vêm para o bem!!

Se ainda havia alguma dúvida, ela foi por terra hoje: o elenco não quer mais o Seu Adenor. Há tempos que estão tentando dar o recado com sutileza, poupando-nos de maiores vexames, mas, diante da cegueira prepotente de dirigentes e torcedores, creio que resolveram partir para a ignorância, mesmo.

E, agora, das duas, uma: ou cai Tite, ou caímos nós. Ou melhor: ou Mário Gobbi nos entrega a cabeça desse cara ainda hoje, ou, amanhã, passaremos a pedir pela dele. 

BASTA!

Que, amanhã mesmo, seja anunciado um novo técnico - que não precisa nem ser o Mano, mas bem que poderia; que ele identifique as maçãs podres do elenco e as afaste imediatamente, sejam quantas forem (tchau, Emerson!); e que comande um ou dois treinos e vá direto para Porto Alegre - salvar não apenas esse 2º semestre, mas também o 1º do próximo ano.

Afinal, até a teimosia precisa encontrar limites. E fique claro que não estou me referindo ao Adenor: dele eu nem falo mais, aliás; há alguns meses que já desisti. 
Falo é com você, torcedor corinthiano. Apelo para que, por São Jorge Guerreiro, saia desse estado de torpor, finalmente volte de Tóquio, recoloque os pés no chão e encare a dura realidade dos fatos: se você continuar se esmerando em encontrar desculpinhas para Tite, ano que vem irá comemorar o bicampeonato da Série B.

VAI CORINTHIANS... PORRA!!


Atualização (20:55h)

Pelo visto, mais ainda que o Corinthians, Tite é "incaível". Talvez, Mário Gobbi e os Três Patetas - Edu, Duílio e Roberto - o considerem maior que o próprio clube que dirigem (aliás, dirigem?)...

E nada mais natural que, dentre os trinta e poucos atletas do grupo, Emerson Sheik tenha sido um dos dois que se prontificaram a "blindá-lo", livrando-o da coletiva: se minha chefe não apenas acobertasse meus atos de vagabundagem como ainda me premiasse por eles, eu, sem dúvida alguma, faria o mesmo.


Atualização II (21:15h)

Cabe, aqui, uma retratação: como bem disse Emerson Sheik - o super-herói que nos "libertou" da Maldição da Libertadores -, "esse grupo não precisa provar mais nada para ninguém".

Que São Jorge nos proteja...

sábado, 21 de setembro de 2013

domingo, 15 de setembro de 2013

Corinthians 1 x 2 Goiás: mudei de idéia quanto ao Adenor...


...não acho mais que devamos demiti-lo em dezembro; Tite deve sair do comando técnico do Corinthians amanhã mesmo, isso sim. Afinal, por enquanto, ainda estamos tão distantes do "Z" quanto do "G" quatro...

Mas não sejamos ingratos (seus cornetas!): muito obrigado por haver honrado cada centavo do seu salário de mais de meio milhão, Seu Adenor.

E, aos amigos de Jihad, um feliz 2014!

VAI CORINTHIANS!!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A História nos absolverá (um apelo verborrágico)

Não, embora o tenha por estopim, esse post não deve ser atribuído ao resultado de ontem - que, stricto sensu, pode e deve ser considerado normal -, mas ao, digamos, conjunto da obra titeana nesta temporada.

Afinal, Tite adentrou 2013 da maneira como todo treinador brasileiro sonha: mesmo tendo vencido a Libertadores no ano anterior, com todos os holofotes voltados para sua equipe, conseguiu a manutenção do grupo.

Ok, perdeu Castán, que fez questão de viver o sonho europeu e sequer aceitou ouvir contraproposta. Seis meses depois, porém, ganhou o quase impecável Gil. 
Também perdeu Alex, por quem recebemos proposta dita irrecusável para alguém de sua idade. Mas recebeu Douglas - de início, bem gordinho, é verdade - e, um semestre depois, o ótimo, embora podre, Renato Augusto. 
Dispensou Liédson, mas recebeu em troca o aloprado - e muito bom de bola - Martinez, além do siempre peligroso Paolo Guerrero.

Some-se a isso tudo o melhor e mais moderno CT da América Latina, departamento médico de primeiro mundo, academia idem, fisiologia ibidem, salários gordos e sempre em dia, ônibus com sistema de cromoterapia - para todo mundo ficar calminho - e o caralho a quatro, estádio sempre lotado, torcida apoiando - na vitória ou na derrota - 95 minutos por jogo, e etc, etc, etc.

Já sei: você poderá dizer que, um ano após ter conquistado a maior estrela de seu, hoje, lustroso currículo (aliás, vamos por os pingos nos is: é o Adenor quem deve gratidão eterna ao Corinthians, e não o contrário!), Tite finalmente teve de dar adeus ao volante Paulinho - o grande diferencial da equipe. 
Porém, para essa perda, por demais anunciada, o técnico pôde se preparar com muitos - mas muitos - meses de antecedência. As contratações antecipadas de Edenílson e Guilherme indicam um nível de planejamento, até então, jamais visto no Parque São Jorge.

Ademais, a vida precisa seguir em frente: chegadas e partidas, quando pontuais, são parte do negócio - e a viuvez, como é sabido, sempre foi especialidade de um outro clube aí, jamais nossa.

Porém, não contentes, no início de 2013, coroamos esse - já bastante auspicioso - cenário com a mais cara e badalada contratação da história do futebol brasileiro. Que Alexandre Pato, no fundo, não seja essa coca-cola toda que dele se espera eu até aceito. Contudo, o futebol do garoto é, no mínimo, evidentemente refinado – como é evidente, também, que, para desenvolvê-lo plenamente, o camisa 7 necessita de seqüência. 
Nada, portanto, justificaria mantê-lo durante oito meses na reserva de um jogador mediano que fez sua última (única?) partida em 04 de julho de 2012.

A propósito, abra-se parêntese: vá pra puta que o pariu, Sr. Emerson “um amarelo por jogo” Sheik! Feche-se.

Em meio a tudo isso, a expectativa para o ano de 2013 era a melhor possível. O time que havia acabado de conquistar, brilhantemente, o Bicampeonato Mundial Interclubes da FIFA, iniciaria a próxima temporada ainda mais forte e estrelado. 
Garantia de títulos, portanto? Jamais. Não é assim que a coisa funciona. Mas, certamente, entraríamos ainda mais fortes e competitivos na luta por todos eles. E não seriam poucos, em 2013: Paulista, Libertadores, Recopa (esse, um titulozinho de merda, mas vá lá), Brasileirão, Copa do Brasil e - quem sabe? - a disputa pelo Tri Mundial.

Para o torcedor, insisto, a expectativa era a melhor possível. E nem poderia ser diferente.

E o que se viu em 2013?

O time, desde o início da temporada, mostrou-se emproado e visivelmente desinteressado. No regional, levamos na flauta a longa e enfadonha fase classificatória, empurrando os jogos com a barriga – às vezes, literalmente, pois era evidente a má forma física de alguns atletas. Não foi à tôa que nos classificamos na 5ª colocação, atrás de Ponte Preta e Mogi Mirim(!).

Já na fase decisiva do Paulistão, quando bateu aquele sentimento de “agora vai!”, fizemos partida medíocre contra os Bambis, arrancando a suada classificação para as finais apenas na decisão por pênaltis. Pois foi somente no 1º tempo da primeira partida das finais, contra o Boqueirense, que, enfim, o time voltou a demonstrar aquela tal in-ten-si-da-de que nos consagrou no ano anterior – o que, registre-se, à época apenas reforçou, em nós, a sensação de que o time escolhia os jogos nos quais realmente jogaria bola.
Antes disso, é verdade, já havíamos testemunhado um ou outro lampejo em jogos da Libertadores - mas nada daquela regularidade, daquele padrão com o qual havíamos nos acostumado.

Por falar em Libertadores, fomos removidos, sim – mas não podemos nos esquecer de que, até o fatídico jogo apitado pelo Sr. Carlos Amarilla (cuja alma, tenho certeza, São Jorge se encarregará, pessoalmente, de escoltar até a porta dos Infernos!), nossa campanha não era nem sombra da do ano anterior: empate contra o medíocre San Jose na ida; preguiça de goleá-lo, abrindo saldo, na volta – o que nos custou nada menos que o cruzamento com o mordido Boca Juniors.

O confronto em Buenos Aires foi um show à parte. Pela primeira vez em minha vida, vi os Xeneizes, em plena Bombonera, passarem os 15 minutos iniciais de uma peleja respeitando – temendo? – o adversário. Pois a res-pei-ta-bi-li-da-de titeana fez questão de, aos poucos, inverter o cenário. Algo, aliás, que, meses depois, voltaria a acontecer pelo Brasileirão: primeiro contra os bambi, então assustados pela maior seqüência negativa de sua história; depois, diante dos Pequeninos da Vila - recém destroçados por um dos maiores vexames internacionais já protagonizados por um clube brasileiro.
Pois, nos três confrontos mencionados, demos verdadeira aula sobre como se resgatar o moral e a auto-estima do adversário ao longo de uma partida na qual ele já entrou derrotado.

“Ah, mas também ganhamos a Recopa!...”

Ora, por favor, vai: Recopa não conta. Foi legal para sacanear o colega de trabalho que torce para o time da Vila Sônia, mas só. Além de não valer porra nenhuma, o “título” foi conquistado em cima de um timinho café-com-leite – o desestruturado, desesperado e virtualmente rebaixado saco de pancadas do ano de 2013.

E, finalmente, chegamos ao Brasileirão...

Das 19 partidas do primeiro turno, conseguimos a proeza de simplesmente empatar mais da metade: foram nada menos que 9 (nove!) igualdades, 4 delas em casa – sendo que, destas últimas, curiosamente, 3 foram disputadas contra times que passarão o restante da temporada lutando contra o rebaixamento (Náutico, SPFW e Portuguesa), todas elas sem gols.

Ok, empates jogando em casa são tropeços até admissíveis; basta que os dois pontos perdidos sejam recuperados onde o planejamento inicial previa a conquista de apenas um – ou seja: fora de casa.
O problema é que, das 9 partidas em que atuamos fora de casa ao longo do primeiro turno, vencemos apenas 2, contra Criciúma e Bahia. E o pior, o mais irritante de tudo, é que somamos tão pouco fora de casa porque, visivelmente, jamais, em momento algum, abrimos mão do planejamento de jogar pelo empate fora.

Algum profissional da área de Planejamento precisa explicar para essa comissão técnica que um plano de ação não é algo estático: ele pode – e deve! – ser repensado a cada etapa, sempre à luz do desempenho obtido na etapa anterior. E, como muito dificilmente um time conseguirá 100% de aproveitamento nas partidas que disputará em seus domínios, a única maneira de se tornar Campeão Brasileiro é engatando seqüências (assim mesmo, no plural) de quatro, cinco, seis triunfos consecutivos – o que requer, necessariamente, que se acumule vitórias fora de casa.
Não tem outra fórmula mágica: tem que vencer as partidas que disputa, ponto.

Pois a seqüência mais elástica que conseguimos até aqui neste Brasileirão foi de 2 vitórias seguidas. Lamentável.
Tão lamentável, aliás, quanto aquela inesquecível derrota para os reservas dos reservas do Atlético Mineiro, em pleno Pacaembu...

A essa altura, falar em hexacampeonato Brasileiro soaria até patético. Basta olharmos para a tabela.
Porém, por tudo o que foi exposto acima, mesmo pela tão sonhada e supervalorizada vaguinha no G4 – o grande objetivo dos medíocres – eu já começo a temer. Principalmente, porque Tite saiu de campo ontem dando sinais de, enfim, estar se sentindo acuado. Da última vez em que se viu assim, por ocasião da derrota ante o Tolima, tratou logo de montar para a partida seguinte um ferrolho que – ok, garantiu-lhe o emprego, mas – deu até nojo de ver.

Ou seja: paradoxalmente, a tendência é que o antídoto de Tite para o problema atual venha na forma de uma dose ainda maior do veneno que, neste momento, nos asfixia.

De uma vez por todas, reconheçamos: o ciclo chegou ao fim. E o façamos agora, justamente porque ainda é cedo - porque não precisamos esperar pela chegada de uma crise para, somente aí, dispensá-lo pela porta dos fundos do Parque São Jorge. E, sobretudo, reconheçamos porque fazê-lo, em hipótese alguma, equivale a negar que, se sua trajetória no Timão foi tão gloriosa, é porque o Seu Adenor teve, sim, seus grandes méritos.
E ele, inegavelmente, os teve. Tite foi capaz de estabelecer um padrão tático que, durante quase dois anos, garantiu-nos inquestionável supremacia nos cenários nacional e continental.
Como não aplaudi-lo, neste caso?

Contudo, também é inegável que se trata de um profissional de repertório limitado. Uma vez observado pelos rivais, anulado em suas armas, mostra-se incapaz de se reinventar, de apresentar soluções para os novos desafios que lhe são propostos (óóó, queria até que minha chefe lesse esse último trecho, hahaha!).

Não, senhores, não precisamos trocar de técnico no meio da temporada. Nem há motivos para isso, por enquanto. Como também não há mais motivos, hoje, para que renovemos seu contrato, que vence ao final deste ano, até dezembro de 2014.

Que, neste momento, tenhamos a coragem de fazer o necessário: certamente, a História nos absolverá.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Na vitrola

Arriscando uma definição, o lado A do Lado B

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais um empate em casa: por aqui, Tite segue prestigiado...

Enfim, chegamos lá: conseguimos empatar com o lanterna em pleno Pacaembu! E, dessa vez, nosso resultado favorito veio com direito a um verdadeiro desfile de bizarras pardalices - um triste espetáculo que culminou com Paulo André deixando a zaga para atuar, por quase um tempo inteiro, como centroavante (!!). 

Já na saída do gramado, porém, o glorioso Sr. Adenor Bacchi, num raro momento de autocrítica, enfim reconheceu que, ontem, perdemos dois pontos. Olha... (não sei nem o que dizer)... embora agradeça muitíssimo pela informação, vejo-me obrigado a discordar de você, Seu Adenor: não, nós não perdemos dois pontos ontem; ontem, o que perdemos foram mais dois pontos - totalizando, ao menos, uma dúzia jogados fora ao longo desse primeiro turno. 
E registre-se que muitos deles, inclusive, foram desperdiçados diante de equipes tecnicamente medíocres e psicologicamente destroçadas -algumas das quais, não à tôa, já têm um pé na segunda divisão do Campeonato Brasileiro: casos de Portuguesa, SPFW e do próprio Náutico, adversário desta última rodada.

Isso, claro, sem contar a inesquecível derrota para os reservas dos reservas do Atlético Mineiro, em pleno Pacaembu.

É... definitivamente, o Adenor se perdeu em 2013. E não adianta nem alegar que, ontem, jogamos severamente desfalcados. Isso é fato, eu sei. Como também é fato, contudo, que Tite tinha à disposição elenco suficiente para, ao menos, compor a defesa apenas com defensores, o meio somente com meio-campistas e o ataque, exclusivamente, com atacantes. E ainda dava para promover as 3 alterações a que tinha direito sem mexer nessa estrutura.

Que foi: quis fazer gracinha para chamar a atenção? Mandar recado para a diretoria?? Se o recado chegou aos gabinetes de Edu, Duílio e Cia eu não sei, mas, ao menos a arquibancada, ALELUIA!, finalmente entendeu a mensagem. 
Demorou demais para a primeira vaia de 2013 - mas antes tarde...

E é assim que entramos no segundo turno: 30 pontos conquistados; 10 atrás do líder Cruzeiro - que, mea culpa, esse blog erroneamente tomou por um catadão de refugos
A partir de agora, para sonharmos com título será preciso nada menos que um aproveitamento superior a 79%. Vou repetir: para somar os 73 pontos necessários a um campeão nacional, precisaremos conquistar "apenas" 43 dos 54 disputados nos próximos meses - um aproveitamento de setenta e nove ponto alguma coisa por cento!

Que me lembre, acho que nunca joguei a toalha em se tratando de Coringão, mas... na boa, bróder?... já era, já. Infelizmente, agora é brigar pelo G4 - a tão sonhada vaga na Neura, grande objetivo dos Coritibas da vida... - e olhe lá!
Esse grupo, sejamos justos, talvez até tenha qualidade para tal - já se superou em diversas oportunidades, inclusive. Porém, no atual momento (e, sobretudo, "com Tite, por Tite e em Tite"), é visível que lhe falta sangue. Haja fé.

E, por favor, não me acuse de cornetagem ou derrotismo: terei imenso prazer em comemorar meu equívoco se, daqui alguns meses, levantarmos a taça.

* * * * *

Mas reconheçamos que nem tudo foi perdido, vai?! Ao menos, fomos brindados com mais essa verdadeira pérola da filosofia poética de Adenor Bacchi...


* * * * *

Quando é que dois mil e doze, finalmente, terá fim?

domingo, 1 de setembro de 2013

Feliz ano novo!

Hoje, tem início o centésimo quarto ano da Era Corinthiana - 104 DC. A todos os irmãos e irmãs de Corinthianismo, registro, assim, meus sinceros votos de um ano novo repleto de realizações e, claro, títulos.

Crédito da imagem: Coleção Corinthiarte

VAI CORINTHIANS!!